14 coisas que precisa mesmo parar de fazer em 2016

14 coisas que precisa mesmo parar de fazer em 2014

parar de fazer em 2016

Todos os anos somos inundados com artigos na web com resoluções de Ano Novo.  Mas de facto o reset anual do relógio é a altura ideal para olharmos para a nossa vida e fazermos as mudanças necessárias a dar mais valor à nossa existência.

Veja 14 coisas que deve mesmo banir da sua rotina em 2016:

  1. Acreditar no mito das múltiplas tarefas: A verdade é que múltiplas tarefas é mudar de uma tarefa para outra rapidamente. Os humanos conseguem executar uma tarefa de cada vez, pelo que multitarefa é uma ameaça à produtividade. Dedique a sua energia a uma tarefa de cada vez e o cérebro agradece com mais criatividade e melhor memória.
  2. Não beber água suficiente: A água é essencial à boa saude. Ajuda a transportar nutrientes e elimina toxinas. No entanto, 43% dos Americanos bebem menos de 4 copos de água por dia, o que é reconhecidamente insuficiente. Estudos revelem que quem bebe menos água, come também mais fast food, menos frutos, menos  vegetais e faz menos exercício físico.
  3. Tentar controlar tudo: Esta questão não necessita de qualquer evidência científica. A nossa experiência de vida desaprova a noção que qualquer pessoa consegue controlar toda a sua vida, excepto os seus pensamentos e acções. É sempre bom lembrar.
  4. Encontrar desculpas para não perseguir a sua paixão: Qual a sua lista de desculpas? Veja se o ponto seguinte o consegue convencer a largar algumas das suas desculpas favoritas.
  5. Comparar-se com outras pessoas: É facil entender o fascínio de nos compararmos com os nossos semelhantes. Sem o contexto da comparação, como nos esforçaríamos para obter melhor performance quer profissional, quer pessoal?  Mas o facto de termos boas razões para nos compararmos, não significa que é bom para nós. Theodore Roosevelt dizia “Comparação é  inimiga da alegria”. Para manter um nivel saudável de comparação, durma bem, alimente-se correctamente e faça um esforço para apreciar todos os aspectos do seu carácter: os bons e os menos bons.
  6. Recusar-se a sonhar: Sonhar acordado tradicionalmente tem tido uma conotação negativa, mas cientistas tem vindo a descobrir evidências que deixar a mente vaguear é bom para o cérebro. Um estudo em 2012, na California, descobriu que estudantes a quem foram dados 12 minutos para sonhar, deram  41% mais respostas a problemas que exigiam soluções criativas, do que os seus pares a quem foram dadas instruções para usarem os 12 minutos para trabalharem ou envolverem-se em exercícios de memória  de curto prazo. Deixe a sua mente vaguear à vontade.
  7. Comer mal porque a comida saudável é mais cara.  Mais de um terço dos Americanos são obesos. Se a falta de tempo e dinheiro o faz optar pela fast food, saiba que em 2008 os individuos obesos gastaram em média mais $1.429 em despesas com saúde do que os individuos com peso normal. Para além disso, um relatório de Harvard indica que uma alimentação saudável custa em média apenas mais $1,50 /dia do que uma dieta não saudável. Qual o preço que prefere pagar? É claro que as comparações monetárias não levam em conta os custos fisiológicos e mentais da obesidade e das doenças associadas.14 coisas que precisa mesmo parar de fazer em 2014
  8. Depender dos outros para ser feliz: O debate sobre se uma pessoa consegue escolher ser feliz, está para durar, no entanto peritos afirmam que o nosso temperamento típico depende de 3 factores: genética (50%), o que decidimos pensar (40%) e as circunstâncias da vida (10%).  Uma vez que as outras pessoas afectam apenas uma fracção do nosso humor, não existe uma razão lógica para dependermos das acções ou aprovações dos outros para sermos felizes.
  9. Desistir: Esta deveria ser óbvia . Apesar de haver sempre uma altura em que precisa de avaliar se um sonho específico justifica o esforço para o atingir, dedicar tempo a definir os objectivos correctos, pode evitar este dilema. Os melhores objectivos são específicos, atingíveis (apesar de ambiciosos) e podem ser medidos.
  10. Não estar grato: Cultivar um sentido de gratidão pelas pequenas coisas boas da vida é uma forma fantástica de afastar o stress, ansiedade e raiva. Algumas ligeiras modificações da rotina, como sentar-se uns minutos a reflectir sobre as boas experiências da vida, ou escrever sobre momentos bonitos que viveu durante o dia,  podem criar um estado de espírito mais apreciativo.
  11. Procrastinar: Quer seja uma ida ao medico para fazer um check up, à DGV para renovar a carta de condução, ou uma conversa com o namorado(a) acerca do futuro da relação, deixar para “amanhã” só torna tudo mais desagradável. Este ano, arregace as mangas e resolva as coisas que tem vindo a adiar.
  12. Demasiado exigente consigo próprio: As mulheres são particularmente notórias em auto críticas e comentários no que respeita a aparência física e opções de estilo de vida. Uma forma de banir estes comportamentos vorazes é passar uns minutos por dia a anotar estes pensamentos num diário. Ao fim de umas semanas a catalogar a corrente da consciência, repare nos padrões e modifique os pensamentos negativos, enquadrando-os de forma mais positiva e construtiva.
  13. Não fazer uma pausa: A eterna questão de fazer tudo, ser tudo e ter tudo pode tornar-se num sprint sem rumo e desgastante para uma linha de meta não atingível. Está científicamente provado que as férias e pausas aumentam a felicidade e produtividade. Mesmo que este ano não consiga férias completas, criar pausas ao longo do dia, 20 minutos de sesta, ou 15 minutos de meditação, ajuda-o a combater a fadiga e desgaste.
  14. Não viver o presente: O ser humano tem tendência a ser escravo do seu passado e a recear o seu futuro, no entanto a capacidade de sentir e viver o presente proporciona muitos benefícios físicos e mentais. Um estado de consciência presente pode reduzir o stress, aumentar a memória e criatividade. Alguns estudos revelam que a pratica de meditação consciente reduz o risco de doenças crónicas como a asma, cancro, hipertensão e depressão.

Feliz Ano Novo. Que mais hábitos não produtivos vai sacudir este ano?

Adaptado de 14 Things You Really Need to Stop Doing in 2014 de AgingCare.com

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